A fisioterapia tem uma rotina própria: sessões recorrentes, pacotes, atendimento por vários profissionais e, muitas vezes, convênio. Isso pede planejamento de espaço, agenda e cobrança.
Etapas principais
- Planejamento: especialidades (ortopédica, neurológica, respiratória, entre outras), público, quantidade de macas e salas, e se haverá convênio.
- Empresa: contrato social, CNPJ e CNAE de atividade de fisioterapia, com apoio de um contador.
- Conselho: registro da pessoa jurídica no CREFITO da sua região e indicação do responsável técnico fisioterapeuta.
- Licenças: alvará, licença sanitária, bombeiros conforme o município e PGRSS.
- CNES: cadastro do estabelecimento, necessário para faturar convênios.
- Equipamentos e espaço: confirme com a vigilância sanitária os requisitos de área, ventilação, pia e acessibilidade.
Pacotes de sessões: o desafio da cobrança
É comum vender pacote de 10 sessões, por exemplo. Para não se perder, registre o orçamento com itens, validade e desconto, acompanhe a aprovação e transforme em conta a receber. Assim você sabe o que foi vendido, o que foi pago e o que está pendente.
Agenda por profissional e sala
Com vários fisioterapeutas e salas, a agenda precisa mostrar disponibilidade por profissional e por recurso, além de lista de espera para quando abrir uma vaga.
Convênio na fisioterapia
Se a clínica atender planos de saúde, o faturamento segue o padrão TISS: cadastro da operadora, contrato, tabela de preços, guia, lote e acompanhamento de glosas. Veja o passo a passo do faturamento TISS.
Importante: exigências variam por cidade, estado e categoria profissional. Confirme os detalhes com o seu contador, o conselho regional e a vigilância sanitária do município.
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