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Prontuário eletrônico: por que nunca sobrescrever um registro assinado

Por que um prontuário eletrônico deve manter versões e tratar mudanças em registro assinado como adendo ou correção, e o que perguntar ao escolher um sistema.

No papel, rasura é visível. No sistema, uma edição silenciosa pode apagar o que estava escrito antes. Por isso o comportamento do prontuário depois da assinatura é uma das perguntas mais importantes na escolha de um sistema.

O princípio

Conteúdo assinado não deveria ser sobrescrito. Se algo precisa mudar, a mudança vira um adendo (informação nova) ou uma correção (erro no que foi escrito), com motivo obrigatório, e o sistema guarda uma nova versão.

O que isso protege

  • O paciente: o histórico do que foi dito e feito permanece.
  • O profissional: fica claro o que ele registrou e quando.
  • A clínica: há uma trilha para consultar em caso de dúvida.

Outros cuidados que valem

  • Salvamento automático com versões, para não perder texto.
  • Reabertura autorizada de um atendimento já assinado, também registrada.
  • Anexos privados, entregues só a quem tem permissão.
  • Sigilo por nível e indicadores que não expõem dados identificáveis.

Importante: regras sobre prontuário e assinatura eletrônica têm exigências próprias de conselhos profissionais e da legislação. Confirme com o seu conselho ou com o jurídico quais se aplicam à sua clínica. Na uClinica, a assinatura é interna, com hash e código de conferência, e não substitui certificado ICP-Brasil.

Veja como funciona o prontuário e atendimento do sistema.