O XML TISS é o arquivo em que os dados das guias são enviados à operadora, seguindo o padrão definido pela ANS. Em vez de papel, a clínica envia um lote em formato estruturado, que a operadora processa automaticamente.
Como o arquivo é organizado
- Cabeçalho: identifica o prestador (código na operadora e CNES), o destino e o número do lote.
- Guias: cada guia traz dados do beneficiário, do solicitante e do executante e os procedimentos realizados, com código TUSS, quantidade e valores.
- Epílogo: fecha a mensagem com um código de integridade (hash).
O papel do XSD e da versão
O padrão é publicado em versões, e cada versão tem seu XSD, o esquema que define quais campos existem e quais formatos são aceitos. O contrato com a operadora indica a versão a usar. Conferir o XML contra o XSD antes do envio evita rejeições por formato.
Erros comuns de validação
- Total de um item diferente de quantidade vezes valor unitário.
- Soma por tipo de despesa que não bate com o total da guia.
- CID inválido ou datas de execução fora do período faturado.
- Caracteres que não existem no padrão, como travessão e emoji, em campos de texto.
- CNES ou código de prestador ausentes no cabeçalho.
Como gerar sem sofrimento
- Cadastre operadora, contrato (inclusive o próximo número de lote) e tabela de preços.
- Valide cada guia e resolva as pendências.
- Crie o lote com guias da mesma operadora.
- Gere o XML e confira contra o XSD.
- Baixe o arquivo, envie no portal e registre o protocolo.
A uClinica gera o XML do lote a partir das guias validadas e o confere contra o padrão oficial antes do download. O envio é feito no portal da operadora. Veja convênios e TISS.