Quem abre uma clínica quer economizar, e é natural pesquisar por sistema gratuito. Alguns resolvem bem um começo simples. Outros cobram de outra forma: em limitações, em tempo da equipe ou em risco. Veja o que observar.
O que costuma vir no plano gratuito
- Agenda e cadastro básico de pacientes.
- Um ou poucos usuários.
- Funções limitadas, sem faturamento de convênios ou com restrições.
- Suporte por material de ajuda ou fila lenta.
Onde mora o custo escondido
- Limite de crescimento: novo profissional, nova unidade ou convênio podem exigir o plano pago.
- Retrabalho: o que o sistema não faz (faturamento TISS, conciliação, estoque) volta para a planilha.
- Dados dos pacientes: dados de saúde são sensíveis pela LGPD. Pergunte onde ficam, quem acessa e se a política de privacidade permite usos que você não autorizaria.
- Saída difícil: se não der para exportar os dados, trocar de sistema vira refém.
Checklist rápido antes de começar
- Quais são os limites de usuários, pacientes e unidades?
- Atende convênios e TISS, se você precisar?
- Há controle de acesso por perfil e auditoria?
- Há backup e quem cuida dele?
- Dá para exportar tudo (por exemplo, em CSV)?
- Como é o suporte quando algo trava no horário de pico?
Gratuito ou pago: como decidir
Se a clínica tem um profissional, atende só particular e quer testar, um plano gratuito pode servir por um tempo. Se há equipe, convênios, financeiro e estoque, o custo de um sistema completo costuma ser menor que o do retrabalho. Veja 10 perguntas para escolher.
A uClinica não é gratuita: o valor é montado pelo tamanho da clínica e inclui sistema, hospedagem e e-mails em uma mensalidade. Veja como funciona.